Segui com toda a atenção o debate de quarta-feira para eleger o próximo presidente da república francesa.

A esquerda francesa representada por Mme. Ségolène continua com todos os velhos clichés, o velho discurso social estafado, palavras vagas e utopias fantasistas.
A velha esquerda, e ainda por cima mal representada, por uma senhora que pouco mais que mediocridade tem para oferecer, persiste nos seus vícios e já cheira a mofo.
Muito pobrezinha.

Sarkozy, bem preparado, com ideias claras, concisas, medidas concretas, sem perder a calma e com uma fina superioridade intelectual, propondo uma ideologia de responsabilidade.
Soberbo.
Penso que se trata finalmente de um político com o estatuto e craveira dos antigos políticos europeus do pós-guerra.
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